Bem-vindos a minha penseira... O lugar onde desabafo toda minha alegria e toda minha tristeza, onde divido com o mundo os sentimentos de uma menina-mulher que se recusa a crescer e aceitar quieta os acontecimentos desse mundo injusto em que vivemos.
Nunca escondi de ninguém minha preferência pelo espiritismo e minhas crenças nos orixás. Hoje me sinto espiritualmente tocada, pensativa, filosofando sobre minha fé, minha missão como umbandista e como trabalhar melhor minha mediunidade... São tantas perguntas que eu sei que não terão respostas imediatas, mas martelam minha mente, me deixam confusa, tentando entender o inexplicável... Perguntas tenho muitas, mas não tenho dúvidas no que acredito, no que vejo, no que sinto quando estou fazendo a minha parte em busca de um mundo melhor.
Tendo escrito tudo isso, trago ao Quarta Nota de hoje o grupo Aruanã com uma linda música que saúda todos os Orixãs da Umbanda em forma de uma linda oração cantada. Ficarei feliz em compartilhar isso com vocês. Comentem!!!
Hino dos Orixás
Grupo Aruanã
Penso no dia que logo vai nascer E o meu peito se enche de emoção A esperança embate o meu ser Eu sou feliz e gosto de viver.
Pela beleza dos raios da manhã Eu te saúdo Mamãe Iansa Pela grandeza das ondas do mar Me abençoe Mamãe Iemanja
A mata virgem tem seu semeador Ele é Oxossi Oke Oke Aro! Na cachoeira eu vou me refazer Nas águas claras de Oxum ai eio
Se a injustiça faz guerra de poder Valha-me a espada de Ogum, Ogunhe Não há doença que venha me vencer Sou protegido(a) de Abaluae
Eu sou de Paz Mas sou um lutador A minha lei quem dita é Xangó A alegria já tem inspiração Na inocência de Cosme e Damião
Não tenho medo Vou ter medo de que? Tenho ao meu lado Nanã Boruque E essa luz que vem de OXALÁ Tenho certeza vai me iluminar...
Penso no dia que logo vai nascer E o meu peito se enche de emoção A esperança embate o meu ser Eu sou feliz e gosto de viver Pela beleza dos raios da manhã Eu te saúdo Mamãe Iansa ...
E essa luz que vem de OXALÁ Tenho certeza vai nós ILUMINAR!
Nasci no primeiro momento que uma pergunta saltou da boca de uma criança.
(...)
No decorrer de um dia já fui chamado para ser artista, amigo, enfermeiro, médico, treinador, tive que encontrar objetos (e sonhos) perdidos, emprestar dinheiro, fui motorista de taxi, psicólogo, substituto de pai e mãe, vendedor, político e guardião da fé. Apesar de mapas, gráficos, fórmulas, verbos, histórias e livros, na verdade, não tive nada a ensinar aos meus alunos porque o que eles de fato têm que aprender é quem eles são. E eu sei que é preciso um mundo para ensinar a uma pessoa quem ela é.
(...)
Sou o mais afortunado dos trabalhadores. Um médico pode trazer uma vida ao mundo num só momento mágico. A mim é dado cuidar que a vida renasça a cada dia com novas perguntas, melhores idéias e amizades mais sólidas. Um arquiteto sabe que, se construir com cuidado, sua estrutura pode durar séculos. Um professor sabe que, se construir com amor de verdade, sua obra com certeza durará para sempre. Sou um guerreiro que luta todos os dias contra a pressão de colegas, a negatividade, o medo, o conformismo, o preconceito, a ignorância e a apatia. Mas tenho grandes aliados: a inteligência, a curiosidade, a individualidade, a criatividade, a fé, o amor e o riso.
(...)
Tenho um presente desafiador, cheio de aventuras e alegrias, porque me é dado passar todos os meus dias com o futuro.
Sou professor!
(John W. Schlatter é um ex-professor americano.
Partes de um poema retirado do best seller Chicken Soup for the Soul, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen.
Tradução de Tatiana Belinky e adaptação de Guiomar Namo de Mello)
Fica essa como minha mensagem de Dia dos Professores, alguns dias depois, mas de coração...
Tomei a liberdade de surrupiar esse post de um blog amigo, porque acho que vale a pena divulgar o trabalho dessa grande escritora que ousou dar seus primeiros passo em busca do sonho de ser escritora. Passem pelo site e confiram vocês mesmos se eu não tenho razão...
Um diário foi escrito. Catherine Aragon, numa atitude desesperada, escreve suas recordações em busca de socorro. Somente dez anos depois suas palavras foram ouvidas por um renomado cientista. Ethan Stuart, um homem com pouco carisma, toma as rédeas da situação para tentar ajudá-la.
Ele contará com a ajuda de personagens suspeitos: o exótico Leon Saiter, um alcoólatra sem muita perspectiva, que arriscará a própria vida para obter êxito na resolução do caso, e a interessante Anabelle, que vive um dilema dentro de si onde questionará suas verdades e seus valores.
A tríade investigadora conclui a soma dos catetos, tornando Chantilly um dos desafios mais intrigantes do seu viver.
Mergulhe nesta aventura, em um ambiente noir, repleta de mistérios a serem desvendados, numa cidade onde as pessoas perderam as lembranças.
Gostou da história? Então aguarde até novembropara Ler Chantilly de Mare Soares. O livro mais aguardado do ano. Saiba mais no site www.livrochantilly.com.br
Começo esse quarta nota com o set list e algumas considerações sobre o maravilhoso show do Bon Jovi que foi realizado no Estádio do Morumbi (do meu querido SPFC) na última quarta-feira, dia 06/10.
Depois de 15 anos sem dar as caras por aqui, Bon Jovi aterrisou no palco com um show de 3 horas e 28 músicas... E eu nem percebi passar todo esse tempo. Aliás, se dependesse dele tocar todas as músicas que eu queria, bom, o show continuaria noite a dentro.
Foi um show perfeito em tudo: o visual, iluminação, set list, performance do grupo e todo carisma deles que declararam que com a recepção brasileira eles tinham vontade de voltar todo ano... Gostei muito dessa idéia, particularmente.
Bom, eu e meus amigos chegamos bem em cima da hora. Com um trânsito de quase três horas, perdemos a abertura do Fresno (o que nem foi tão ruim assim) e ficamos bem atrás, mas os telões ajudaram muito e os clipes que acompanhavam as músicas eram fantásticos.
Na verdade, não tem muito o que falar... foi tudo muito perfeito...
Para acompanhar a minha empolgação que continua mesmo uma semana depois do show, trago nesse post (que deveria ser semanal) um dos clipes que gosto muito do Bon Jovi, apesar deles não terem tocado no show...
Missunderstood
Bon Jovi
Should I? Could I? Have said the wrong things right a thousand times If I could just rewind I see it in my mind If I could turn back time, you'd still be mine You cried, I died I should've shut my mouth, things headed south As the words slipped off my tongue, they sounded dumb If this old heart could talk, it'd say you're the one I'm wasting time when I think about it
(Chorus) I should've drove all night, I would've run all the lights I was misunderstood I stumbled like my words, Did the best I could Damn! Misunderstood.
Could I? Should I? Apologize for sleeping on the couch that night Staying out too late with all my friends You found me passed out in the yard again You cried, I tried To stretch the truth, but didn't lie It's not so bad when you think about it
(Chorus) I should've drove all night, I would've run all the lights I was misunderstood I stumbled like my words, Did the best I could I'm hanging outside your door I've been here before, misunderstood I stumbled like my words, Did the best I could Damn! Misunderstood Intentions good!
(Guitar Solo)
It's you and I, just think about it...
(Chorus) I should've drove all night, I would've run all the lights I was misunderstood I stumbled like my words, Did the best I could I'm hanging outside your door I've been here before, misunderstood I stumbled like my words, Did the best I could Damn! Misunderstood Intentions good!
TRADUÇÃO
Inconpreendido
Eu deveria? Eu poderia?
Ter falado as coisas erradas certas mil vezes
Se eu pudesse rebobinar eu veria em minha mente
Se eu pudesse voltar no tempo, você ainda seria minha
Você chorou, eu morri
Eu deveria ter fechado minha boca, as coisas pioraram
Como se as palavras escorregassem pela minha lingua, soaram estúpidas
Se ess velho coração pudesse falar, diria que você é a única
Nossa, muito tempo que não passo por aqui... mas ando tão cansada, com o sono atrasado... A proximidade do fim do ano me deixa preguiçosa e com vontade de dormir mais e fazer menos. Sei que tenho que lutar contra isso, tenho afazeres para cumprir, mas tenho evitado fazer muito mais do que o necessário.
Tem tanto que preciso escrever, me comunicar, mas as letras se embaralham na minha cabeça e se recusam terminantemente a ir para o papel, que fica ali, só esperando por uma nova atitude... Nem idéia para um simples título para o post aparece nesse momento...
Preciso contar do Hopi Hari, minha primeira grande excursão com os alunos do Estado. Quero relatar o show do Bon Jovi de ontem que foi simplesmente perfeito com 3 horas de música e eu nem percebi o tempo passar. Quero gritar minha indignação com o resultado pífio das eleições 2010...
Preciso reabrir minha mente, meu peito, coração e sentimentos para libertar minhas palavras que rodam, rodam e rodam numa eterna ciranda dentro da minha cabeça.
Sinto falta de escrever e isso me deprime às vezes... Ter tanto por dizer e me sentir muda, como se não importasse a ninguém ter essas palavras. Talvez realmente não importe, mas eu me importo em dizê-las, em me abrir, mostrar meu eu e permitir que outros compartilhem dessas palavras...
Sei que a vida é feita muito mais do que só de palavras, mas elas também são parte de nós, porque são elas que registram nossa história, são elas que ficarão quando tudo mais passar...
"Em tempos que já vão longe, quando Ubatuba era apenas uma aldeia de pescadores, Maria Rosa e João Timóteo, casadinhos de novo, chegaram à praia do Itaguá.
Construíram o rancho, onde, ao marulho das ondas, se amavam intensamente e labutavam como pescadores.
Diariamente, João Timóteo lançava-se ao mar em busca dos peixes mais valiosos. Maria Rosa o esperava ansiosa todas as tardinhas a beira da fogueira, onde preparava os peixes trazidos pelo marido e toda aldeia se deliciava. Sua culinária era incomparável. E as noites eram de um feliz e ardoroso idílio ao nascer da lua cheia.
Certa tarde, o tempo mudou assustadoramente, com relâmpagos, trovões e mar encapelado. Maria Rosa, como de costume, o esperou... mas João Timóteo não voltou. E ela se pôs a correr pela praia gritando: João, João, vem pra casa!!!
E assim foi por todas as noites seguintes, Maria Rosa corria pela praia chamando pelo amado, aguardando os peixes, camarões, mariscos trazidos pelos pescadores.
De madrugada, viam-na correr para o casebre, onde se refugiava o dia inteiro preparando suas loucas comidas e, ao nascer da lua cheia, um prato preparado com amor e paixão era levado ao mar à procura de João Timóteo. O rancho passou a ser conhecido como Refúgio da Louca. Lá ela viveu se alimentando de peixes e frutos do mar e com o corpo coberto em farrapos.
Em uma madrugada linda, o céu qualhado de estrelas, o mar manso como um cordeiro, os pescadores não viram Maria Rosa correndo e gritando na praia: sua alma tinha voado ao encontro de João Timóteo.
Ubatuba cresceu, urbanizou-se, mas um mundo de mistérios e misticismo envolve suas lindas praias. E no Itaguá, quando é noite de lua cheia, percebe-se no horizonte, espalhando luz sobre o mar sereno, um vulto de mulher que corre pela praia deserta."
Essa lenda é divulgada pelo restaurante Refúgio da Louca, praia do Itaguá - Ubatuba/SP. Um lugar bem aconchegante com uma ótima comida de pratos variados e sucos nsaturais deliciosos. Vale a pena conferir!
Restaurante Refúgio da Louca
Rua Leovigildo Dias Vieira, 1106 - Itaguá, Ubatuba/SP
1 - FALE com as pessoas. Não há nada tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando mais precisamos de "sorrisos amáveis".
2 - SORRIA para as pessoas. Lembre-se que acionamos 72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.
3 - CHAME as pessoas pelo nome. A música mais suave para muitos ainda é ouvir o seu próprio nome.
4 - SEJA amigo e prestativo. Se você quiser ter amigos, seja amigo.
5 - SEJA cordial. Fale e aja com toda sinceridade: tudo que você fizer, faça-o com todo prazer.
6 - INTERESSE-SE sinceramente pelos outros. Lembre-se que você sabe o que sabe, porém você não sabe o que os outros sabem. Seja sinceramente interessado pelos outros.
7 - SEJA generoso em elogiar, cauteloso em criticar. Os líderes elogiam, sabem encorajar, dar confiança e elevar os outros.
8 - SAIBA considerar os sentimentos dos outros. Existem 3 lados numa controvérsia: o seu, o do outro e o lado de quem está certo.
9 - PREOCUPE-SE com a opinião dos outros. Três comportamentos de um verdadeiro líder: ouça, aprenda e saba elogiar.
10 - PROCURE apresentar um excelente serviço. O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos para os outros.
(Desconheço o autor)
Esse texto foi lido ao final de uma dinâmica feita com os professores na escola onde trabalho. Não que eu concorde 100% com tudo sem refletir sobre alguns dos itens, mas lendo-o novamente, fico pensando como seria importante essa nova geração refletir sobre ele. Que relação humana estão criando os adolescente atuais? Uma relação protegida por uma tela de cristal líquido, onde se pode demonstrar/disseminar amor e ódio sem se preocupar em ser identificado, relação criada através de Avatares compostos com a aparência que se deseja ter.
Uma relação sem toque, distante, que, ao mesmo tempo, aproxima pessoas de qualquer lugar do mundo.
Isso me faz parar para pensar o quão saudável isso é, porque o que mais vejo é cada vez mais adolescentes trocando o mundo real pelo virtual.
Não sou contra o mundo virtual, não é o que quero dizer... Também tenho amizades importantes na minha vida que começaram dentro dessa mesma rede, mas ultrapassei a tela e os conheci, como o Luiz (Borra de Vida) e a Marê (Metade Repleto) sem contar outros não blogueiros... e mesmo os que ainda não conheci, pretendo um dia conhecer, como a Deise (... All we need is love) e Luiza (Devaneios Aleatórios). E nunca deixei que a web substituísse meus afazeres do dia-a-dia.
O que digo é que existem cidades inteiras recriadas na World Wide Web que podem vir a substituir o encontro cara-a-cara, o contato Humano. É interessante conhecer pessoas pela web, mas o que não é interessante é viver literalmente nesse mundo e esquecer que, apesar de todos serem uma ilha, precisamos conhecer outras ilhas também indo até elas e permitindo que elas se aproximem...
(foto tirada na Casa de Cultura Mário Quintana em Porto Alegre - jul/09)
Venho nesta sexta-feira homenagear um dos poetas mais Poeta que conheço, que não fazia distinção de poesia e crônica, pois brincava com as palavras como se fosse da família, como se fosse palavras encarnadas, como se tivesse palavras correndo em suas veias e ao misturá-las com seus sentimentos humanos encantou e encanta a todos que se aventuram por seus escritos... Deliciem-se vocês também com Mário Quintana.
- Crônica
Ah, essas pequenas coisas, tão quotidianas, tão prosaicas às vezes, de que se compõem meticulosamente a tessitura de um poema... talvez a poesia não passe de um gênero de crônica, apenas: uma espécie de crônica da eternidade.
- O poema
O poema
essa estranha máscara
mais verdadeira do que a própria face
- Cartaz para uma Feira do Livro
Os verdadeiros analfabetos foram os que aprenderam a ler e não lêem.
- Os Farsantes
Desconfie da tristeza de certos poetas. É uma tristeza profissional e tão suspeita como a exuberante alegria das coristas.
- Texto & Pretexto
O tema é o ponto de partida para um poema e não um ponto de chegada, da mesma forma que a bem-amada é um pretexto para o amor.
(Textos retirados do livro "80 anos de poesia" Mário Quintana, seleção e organização de Tânia Franco Carvalhal, ed. Globo)
Mario Quintana foi um importante escritor, jornalista e poeta gaúcho. Nasceu na cidade de Alegrete (Rio Grande do Sul) no dia 30 de julho de 1906. Trabalhou também como tradutor de importantes obras literárias. Com um tom irônico, escreveu sobre as coisas simples da vida, porém buscando sempre a perfeição técnica.
Faleceu na capital gaúcha no dia 5 de maio de 1994, deixando um herança de grande valor em obras literárias.
Para celebrar o Dia Mundial do Rock, o quarta nota traz um hino das baladas de rock... A noite nunca é a mesma sem essa...
I Love Rock n´ Roll
Joan Jet
I saw him dancing there by the record machine I knew he must have been about 17 The beat was going strong, playing my favorite song And I could tell it wouldn't be long till he was with me Yeah with me And I could tell it wouldn't be long till he was with me Yeah with me
CHORUS Singin' I love rock and roll So put another dime in the jukebox baby I love rock and roll So come on take some time and dance with me
*OWWW*
He smiled so I got up and asked for his name but that don't matter he said cuz it's all the same I said can I take ya home, where we can be alone And next we're moving on and he was with me Yeah me And next we're moving on and he was with me Yeah me
CHORUS
I said can I take ya home where we can be alone Next we're moving on and he was with me Yeah me and we'll be moving on and singing that same old song Yeah with me
20 Anos sem Cazuza... É, amigos, "o tempo não para"...
O tempo não para Cazuza
Disparo contra o sol Sou forte, sou por acaso Minha metralhadora cheia de mágoas Eu sou um cara Cansado de correr Na direção contrária Sem pódio de chegada ou beijo de namorada Eu sou mais um cara
Mas se você achar Que eu tô derrotado Saiba que ainda estão rolando os dados Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não Eu vou sobrevivendo sem um arranhão Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos Tuas idéias não correspondem aos fatos O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado Eu vejo um museu de grandes novidades O tempo não pára Não pára, não, não pára
Eu não tenho data pra comemorar Às vezes os meus dias são de par em par Procurando uma agulha num palheiro
Nas noites de frio é melhor nem nascer Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer E assim nos tornamos brasileiros Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro Transformam o país inteiro num puteiro Pois assim se ganha mais dinheiro
A tua piscina tá cheia de ratos Tuas idéias não correspondem aos fatos O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado Eu vejo um museu de grandes novidades O tempo não pára Não pára, não, não pára
Dias sim, dias não Eu vou sobrevivendo sem um arranhão Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos Tuas idéias não correspondem aos fatos O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado Eu vejo um museu de grandes novidades O tempo não pára Não pára, não, não pára
"Quero escrever mas não consigo. Numa brincadeira de pique-esconde as palavras correm, fogem do meu alcance e riem vendo o meu anseio por encontrá-las. Ah, crianças mimadas, interesseiras... Aproximan-se só quando querem, só quando elas mesmas sentem vontade de tocar alguém, conscientizar, emocionar... Mas não deixam ser tocadas, não deixa que eu as pegue, as surpreenda de alguma forma. E o que faz uma sinestésica como eu? Continuo a brincadeira, buscando-as, procurando-as até encontrar a melhor maneira de dizer o quanto eu te amo!!!"
Às vezes faltam as palavras para os diversos momentos que temos na vida. Para dizer o quanto gostamos ou o quanto sentimos num momento de tristeza... Nessas horas é melhor sentir e demonstrar até mesmo no silêncio o nosso apoio, nosso amor, que pode muito bem explodir num abraço apertado.
Faltando pouco para a Copa do Mundo na África do Sul, retomo o blog com o Quarta Nota trazendo uma música de garra, coragem e união. A música oficial da FIFA para a Copa na África. É uma letra que vale a pena conferir com um rítimo muito envolvente.
Orgulho de ser brasileira, de ter o Brasil representado lá fora por uma das coisas que temos de melhor: o nosso FUTEBOL!!!
Acho que essa imagem e o texto abaixo dispensam qualquer comentários... Faço apenas um minuto de silêncio em respeito à morte da Educação no Estado de São Paulo. Obrigada PSDB!!!
"Muito ainda se falará dessa foto de Clayton de Souza, da Agência Estado, por tudo que ela significa e dignifica, apesar do imenso paradoxo que encerra.
A insolvência moral da política paulista gerou esse instantâneo estupendo, repleto de um simbolismo extremamente caro à natureza humana, cheio de amor e dor.
Este professor que carrega o PM ferido é um quadro da arte absurda em que se transformou um governo sustentado artificialmente pela mídia e por coronéis do capital.
É um mural multifacetado de significados, tudo resumido numa imagem inesquecível eternizada por um fotojornalista num momento solitário de glória. Ao desprezar o movimento grevista dos professores, ao debochar dos movimentos sociais e autorizar sua polícia a descer o cacete no corpo docente, José Serra conseguiu produzir, ao mesmo tempo, uma obra prima fotográfica, uma elegia à solidariedade humana.
O desgoverno que joga uma polícia contra a outra, polícia contra professores, contra funcionários da saúde e contra estudantes... Os policiais estavam seguindo ordens e os professores lutando pelos seus direitos, ambos são vítimas do governo tucano.
Tem dias que não tem a menor graça. Não importa que você tenha família, emprego, alguem que você ama e te corresponda, amigos... Não importa que o termometro marque 33 graus e o céu esteja num azul de doer os olhos...
O dia simplesmente não anda, as horas não passam e tudo que você faz acaba sendo obrigado... E então você dá graças por não estar chovendo, por ter amigos, um grande amor, família, um trabalho que você gosta de fazer... porque tudo isso te ajuda a enfrentar esse dia que você sabe que vai passar...
Por questões de tradição nacional, hoje o Quarta Nota "TOCA RAUL!!!!!!"
As Profecias Raul Seixas
Tem dias que a gente se sente Um pouco, talvez, menos gente Um dia daqueles sem graça De chuva cair na vidraça Um dia qualquer sem pensar Sentindo o futuro no ar O ar, carregado sutil Um dia de maio ou abril Sem qualquer amigo do lado Sozinho em silêncio calado Com uma pergunta na alma Por que nessa tarde tão calma O tempo parece parado?
Está em qualquer profecia Dos sábios que viram o futuro, Dos loucos que escrevem no muro. Das teias do sonho remoto Estouro, explosão, maremoto. A chama da guerra acesa, A fome sentada na mesa. O copo com álcool no bar, O anjo surgindo no mar. Os selos de fogo, o eclipse, Os símbolos do apocalipse. Os séculos de Nostradamus, A fuga geral dos ciganos. Está em qualquer profecia Que o mundo se acaba um dia.
Um gosto azedo na boca, A moça que sonha, a louca. O homem que quer mas se esquece, O mundo dá ou do desce. Está em qualquer profecia Que o mundo se acaba um dia. Sem fogo, sem sangue, sem ás O mundo dos nossos ancestrais. Acaba sem guerra mortais Sem glorias de Mártir ferido Sem um estrondo, mas com um gemido.
Os selos de fogo, o eclipse Os símbolo do apocalipse A fuga geral do ciganos Os séculos de Nostradamus.
Está em qualquer profecia Que o mundo se acaba um dia (3x) Um dia...
Mudo, calado, sem palavras Acontece, permanece, mexe... Indignação sem ruídos, Sem um único murmúrio...
Deixa esse som concretizar Ondas que vibram em cores...
Queimam, cortam, aquecem... Unem corpos colados, calados, Emudece o mundo ao redor.
Palavras que fogem, desnecessárias Alcaçam o olvido... E o coração? Leva, se eleva, espera um ato de paixão. Acorrenta essas palavras surdas, mudas Vira, revira, suspira Refém de uma oração Ama... Apenas ama-me, Sem palavras, sem sensura...
Sim, eu sei que o ano letivo mal começou e já estou falando de Natal de novo... Mas esse "Feliz Natal" foi do ano que passou, um texto que escrevi no meu último dia letivo de 2009, 23/12, e por um relapso ficou faltando publicar aqui. Já aviso antecipadamente que este é um texto irônico que mostra a revolta de uma classe que reclama muito e faz pouco para conquistar seus direitos. Enquanto isso, vamos cumprindo 200 dias letivos... Só nós professores, porque os alunos mesmo...
"Início de verão e o sol está trincando lá fora, de rachar mamona, como dizia meu avô. Dia delicioso para uma praia, compras de Natal no shopping ou uma caminhada no parque no final da tarde. O dia é 23 de Dezembro e estamos nós aqui, reunidos ao redor de uma mesa discutindo Projeto Político Pedagógico da escola. Tem cabimento? Uma atividade que deve ser desenvolvida durante os primeiros dias do ano por que precisa estar pronto para nos orientar durante o ano letivo, nos deixa aprisionados nessa sala, sem ar condicionado, discutindo os mesmos problemas educacionais sem chegar a solução ou conclusão alguma. Me sinto na Idade Média: Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda... Não, não é tão nobre essa atividade... Estamos mais para Bobos da Corte. E aquela praia do fim de semana? Aquela cervejada com amigos? Churrascada de confraternização? Pra quê isso? Professores estão acostumados, e porque não dizer acomodados. Trabalham como máquinas. Neste ano, trabalharam de segunda a sábado sem descanso para repor aulas que foram suspensas por precauções sugeridas pela saúde pública. É muita falta de confiança no trabalho dos professores. Mesmo sem as reposições, as matérias teriam sido lecionadas, os alunos teriam cumprido com as tarefas das aulas sem ter que prolongar o ano letivo além do dia 23 de dezembro. É, dia 23 de dezembro... Alunos de férias desde o final de novembro e nós aqui trabalhando, muitas vezes fazendo nada, só cumprindo protocolo, e o ano letivo ainda por terminar. Sabe, estou só aguardando o dia em que professores terão de cumprir horário de trabalho até dia 31 de Dezembro, onde nossa confraternização será feita no dia 25, ao redor dessa mesma mesa toda enfeitada com frutas da época e um delicioso Peru assado enquanto discutimos o porquê da reprovação de alguns alunos. Ah, claro, e na porta de entrada da escola, uma linda faixa verde e branca escrita em letras vermelhas: FELIZ NATAL, QUERIDOS PROFESSORES!!!"
Conforme o prometido... Vamos falar de METALLICA. Fui no primeiro dia, 30/01. Show perfeito, jogo de luzes fantástico e claro, como eles tocam bem. Quem abriu o show foi o Sepultura e acabei constatando que não curto muito essa banda. O jeito deles cantarem, esse rock rosnado... Não! Eu gosto do som da guitarra, agitação, bate cabelo, mas curto muito acompanhar a letra. Impossível com tanta garganta...
Mas voltando ao principal, o setlist do Metallica estava ótimo, achei até melhor do que o show de domingo. Prá falar a verdade, eu achei o melhor setlist da turnê da America Latina... Para quem quiser conferir, segue o set list dos dois dias:
SP 30/01
SP 31/01
Creeping Death
Creeping Death
For Whom The Bell Tolls
Ride the Lightning
Fade to Black
Fuel
The Four Horsemen
Sad But True
Harvester Of Sorrow
The Unforgiven
That Was Just Your Life
That Was Just Your Life
The End Of The Line
The End of the Line
The day that never comes
Welcome Home (Sanitarium)
Broken, Beat & Scarred
Cyanide
Sad But True
My Apocalypse
One
One
Master Of Puppets
Master of Puppets
Blackened
Fight Fire with Fire
Nothing Else Matters
Nothing Else Matters
Enter Sandman
Enter Sandman
- - - - - - - -
- - - - - - - -
Stone Cold Crazy
Helpless
Motorbreath
Hit the Lights
Seek and Destroy
Seek & Destroy
"Sad But True" eles ofereceram ao Sepultura que abriu o show e disseram estar honrado por compartilhar o mesmo palco com eles.
Foi lindo quando eles tocaram "Master of Puppets"... Galera se empolgou total, vi formar umas 8 rodas de bate cabeça na pista. Eu estava na arquibancada, óbvio, e dei graças aos céus por não estar lá embaixo... hehehe. Não tenho mais idade para encarar uma pista, ainda mais num show de rock...
"Nothing Else Matter" é a minha xodó... O Estádio inteiro cantando foi fantástico. E eu estava lá para cantar junto!!!!
A Pirotecnia foi de pirar. Os fogos começaram na música "One", mas o melhor foi quando eles tocaram "Motorbreath". Caraca, o calor do fogo que subia do lado do palco chegava na gente, que estava na arquibancada prá lá do meio do campo. O povo da área vip deve ter se sentido no próprio inferno...
Eles são muito carismáticos, conversaram com o público demonstrando a gratidão pelos mais de 63.000 fãs presentes... E quando tocaram "Seek and Destroy", a última música do show, eles pediram que acendessem os holofotes do Morumbi, afinal nós tinhamos visto eles o show inteiro e agora eles queriam nos ver também.
Ao término do show, duas bandeiras do Brasil foram lançadas no palco. James desfilou com as duas, exibindo-as para o público e colocou-as no bumbo da batera...
E para completar o quarta nota, claro que trago pra vocês música e clipe de uma das músicas que mais gosto do setlist apresentado: Sad But True do Álbum Black (cá entre nós, o meu preferido!)
Sad But True Metallica
Hey, I'm your life, I'm the one who takes you there Hey, I'm your life, I'm the one who cares They, they betray, I'm your only true friend now They, they'll betray, I'm forever there
I'm your dream, make you real I'm your eyes when you must steal I'm your pain when you can't feel Sad but true I'm your dream, mind astray I'm your eyes while you're away I'm your pain while you repay You know it's sad but true Sad but true
You, you're my mask, you're my cover, my shelter You, you're my mask, you're the one who's blamed Do, do my work, do my dirty work, scapegoat Do, do my deeds, for you're the one who's shamed
I'm your dream, make you real I'm your eyes when you must steal I'm your pain when you can't feel Sad but true I'm your dream, mind astray I'm your eyes while you're away I'm your pain while your repay You know it's sad but true Sad but true
I'm your dream I'm your eyes I'm your pain I'm your dream (I'm your dream) I'm your eyes (I'm your eyes) I'm your pain (I'm your pain) You know it's sad but true
Hate, I'm your hate, I'm your hate when you want love Pay, pay the price, pay for nothing's fair Hey, I'm your life, I'm the one who took you here Hey, I'm your life, And I no longer care
I'm your dream, make you real I'm your eyes when you must steal I'm your pain when you can't feel Sad but true I'm your truth, telling lies I'm your reason alibis I'm inside, open your eyes I'm you Sad but true
TRADUÇÃO
Triste mas verdade
Ei Eu sou sua vida Eu sou o único que te conduz até lá Ei Eu sou sua vida Sou o único que cuida Eles Eles traem Eu sou seu único amigo verdadeiro agora Eles Eles vão trair Eu estou sempre lá
Eu sou seu sonho, se faça real Eu sou seus olhos quando você deve roubar Eu sou sua dor quando você não pode sentir Triste, mas verdade
Eu sou seu sonho, pensamento perdido Eu sou seus olhos quando você esta longe Eu sou sua dor enquanto você retribui Você sabe que é triste mas verdade
Você Você é minha máscara Você é minha proteção, meu abrigo Você Você é minha máscara Você é o único culpado Faça Faça meu trabalho Faça meu trabalho sujo, bode expiatorio Faça Faça minhas necessidades Por ser o único que esta envergonhado
Eu sou seu sonho, se faça real Eu sou seus olhos quando você deve roubar Eu sou sua dor quando você não pode sentir Voce sabe que é triste, mas verdade
Eu sou seu sonho, pensamento perdido Eu sou seus olhos quando você esta longe Eu sou sua dor enquanto você retribui Você sabe que é triste mas verdade
Ódio Eu sou seu ódio Eu sou seu ódio quando você quer amar Pague Pague o preço Pague, pois nada é honesto
Ei Eu sou sua vida Eu sou o único que te conduz até lá Ei Eu sou sua vida E eu nao me importo mais
Eu sou seu sonho, se faça real Eu sou seus olhos quando você deve roubar Eu sou sua dor quando você não pode sentir Triste, mas verdade
Eu sou sua verdade, dizendo mentiras Eu sou sua razão, álibis Eu estou dentro abra seus olhos Eu sou você
Que vergonha, quase 2 meses ausente... Mas tem acontecido tanta coisa, além de estar de férias (acho que acabei transferindo essas férias para o blog também...).
Começar das férias tão merecidas, com 13 dias viajando e descansando na compania de uma pessoa que há 8 meses tem tornado meus dias mais brilhantes com seu sorriso encantador.
Por convite de um casal de amigos passamos o Reveillon em Mongaguá. Foi ótimo, muito sol, muita cerveja, muito mar... Tudo para lavar toda a nhaca que ficou de 2009... A noite de ano novo foi linda, porém nublada. O ano começou com os fogos na praia, ele e eu (no meu vestido de Merilyn me sentindo a própria) e continuou com um pé d´água fenomenal que não esperou nem chegarmos em casa... Voltamos com chuva mesmo no dia seguinte para trocarmos as roupas da mala e seguirmos para Ubatuba...
Outra viagem fantástica, tirando o trânsito na ida e na volta... 7 dias perfeitos de sol, apesar da fama de Ubachuva. Ficamos na praia Perequê-Açu. Boa, mas tinha ilhas muito perto, então a água tinha muita folha e galho, coisas que não gosto quando entro no mar.
Praia Grande (Ubatuba): É boa. Bem movimentada, água limpinha, mas tudo muito caro... Point de lá, o pessoal aproveita.
Praia das Toninhas: Prometia ser muito boa, mas na parte que ficamos desembocava um rio/esgoto e a praia chegava até a cheirar mal... Descartada depois da primeira visita...
Praia do Lázaro: Linda, perfeita, sem ondas, mas com uma bandeirinha vermelha da CETESB, nem pensar. 5 minutos foram suficientes para decidirmos conhecer outra praia...
Praia da Sununga: Mar muito revolto, não dá para entrar, mas tem a Gruta que Chora lá. Bem legal, dá para tomar banho na água que escorre. Mas ficamos também só o tempo de visitar a gruta.
Praia da Enseada: A melhor de todas para quem quer nadar e curtir a água. Limpa, quase sem nada de ondas e com bandeirinha verde da CETESB. Nem preciso comentar que foi a nossa escolhida na maior parte do tempo...
Fizemos também passeio de Escuna até a Ilha Anchieta. Muito bom. Lá tem as ruínas de um antigo presídio que começou abrigando presidiários de penas leves até chegar a assassinos cruéis. A Natureza de lá é magnífica, vimos saguis e capivaras e os peixes nadavam quase nos nossos pés na piscina natural que se forma nas pedras. O único problema foram as vespas gigantes, quase do meu tamanho, que cercam a ilha... Tá bom, não eram tão grandes assim, mas assustaram muito. Apesar da guia ter avisado previamente da existência delas e que elas não atacam, já pensou uma picada delas??? Um passeio que vale a pena pagar os 35,00 para curtir.
Também tem uma lenda muito interessante sobre a praia de Itaguá, mas essa vou colocar aqui em outra ocasião... Gosto desse tipo de história e quero compartilhá-la.
Outros passeios que não podem faltar é o Aquário de Ubatuba e a visita ao Projeto Tamar. É revoltante saber de tantos males que a poluição provoca na água e seus habitantes e constatar a falta de consciência ecológica do ser humano, mas também é muito bom saber que existem grupos que se preocupam com a preservação e respeito com a natureza.
Ao voltarmos de Ubatuba, fomos direto para uma chácara alugada pela irmã do meu Sorriso em Arujá (acho que era lá... confundi tanto o nome que não tenho mais certeza). Chácara é algo que demoro um pouco prá me acostumar. Mato, mosquito, possibilidades de bichos estranhos e insetos diversos... Confesso que prefiro o litoral, mas nessas horas a compania ajuda muito. Além de estar com meu amor, as pessoas que estavam lá também eram muito legais, foi muito bom conhecer todos eles, poder conversar e brincar com um grupo tão bacana. Eu até entrei na piscina (o calor estava de matar...).
Esses foram os 13 dias, porque logo no dia seguinte da volta, já comecei a trabalhar... Ossos do ofício, fazer o quê? Muitos planos para esse ano que envolvem dinheiro, então, tenho que trabalhar muito também...
Tenho ainda relatos sobre meu aniversário (Adoro fazer aniversário) e o fantástico show do Metallica no sábado passado... Mas vai ficar para outro momento. Prometo contar do show na seção Quarta Nota dessa semana, com letra e clipe dessa banda, claro.
Vai dar trabalho colocar tudo em dia: Metallica, Aniversário, Lendas de Ubatuba, rápida visita a Caraguá... mas aos pouquinhos esse blog vai renascendo...
Dias desses sonhei que eu estava no palco, refazendo uma cena de um dos exercícios que apresentei na Fundarte. Engraçado é que a cena estava perfeita, exatamente como eu a tinha imaginado quando a propus. Eu estava ótima em cena, confiante, convincente. Fiquei toda orgulhosa de mim.
Mas isso foi no sonho, a realidade é bem diferente. Toda essa confiança me escapa, tudo parece tão mais difícil e de repente eu travo. Minha atuação não fica natural e a pouca experiência que trago da Fundarte me leva a temer o palco: o lugar onde eu me realizo e ralei tanto para estar.
Quando eu era adolescente eu não tinha tantos bloqueios. Eu pegava um tema, escrevia, ensaiava, atuava e apresentava para os alunos, os professores, a comunidade... Eu era a escritora, a diretora a atriz e nada era obstáculo para mim.
Vendo os tapes dessas atividades que foram filmadas na época, percebo erros terríveis de atuação que aconteciam por falta de estudo. Conscientemente ou não, eu conhecia esses erros, sabia dessa dificuldade, o que me levou a buscar a Fundarte para me especializar e poder atuar profissionalmente.
Porém, com o estudo, algo em mim mudou. Agora, tenho a técnica, conheço os padrões de atuação, mas me falta a espontaneidade, a disponibilidade de fazer tudo pelo teatro, substituir as noites de sono pela empolgação de ter algo para dizer, para mostrar para as pessoas.
Não sei o que aconteceu, nem se tem algum culpado por isso (eu acho que não). Só sei que sinto falta do palco, tenho vontade de estar lá e, ao mesmo tempo, sobe um frio pela minha espinha me preenchendo de medo de voltar a encarar a ribalta.
Sinto falta do palco, mas sinto ainda mais falta de toda empolgação que eu tinha para fazer as coisas relacionadas ao teatro, de toda disponibilidade, de toda naturalidade com a qual eu encarava o público, de toda motivação... Gostaria de reencontrar tudo isso para poder destravar a atriz que ficou perdida em algum lugar dentro de mim...
O campo aberto regado por lágrimas... Quem já não passou por isso? Dar as costas a uma lápide fria, deixando lá uma pessoa querida. Passei por isso ontem. Nem conhecia a moça, mas conhecia a mãe dela. Momentos muito difíceis, afinal, o que se pode dizer para uma mãe que perdeu a filha de 18 anos vítima de uma doença fatal? Não há palavras no mundo para consolar aqueles que deixam ali os entes queridos. Porém, enquanto o sol queimava nosso rosto, e o vento bagunçava nossos cabelos, ao longe, bem ao longe, um choro de criança recém nascida surge para nos lembrar que logo as lágrimas serão de alegria por uma nova vida que está a caminho, porque esse é o...
...Ciclo Sem Fim O Rei Leão
Desde o dia em que ao mundo chegamos Caminhamos ao rumo do sol Há mais coisas pra ver mais que a imaginação muito mais que o tempo permitir
E são tantos caminhos pra se seguir e lugares pra se descobrir e o sol a girar sobre o azul deste céu nos mantém neste rio a fluir
É O Ciclo Sem Fim Que nos guiará a dor e a emoção pela fé e o amor até encontrar o nosso caminho neste ciclo, neste ciclo sem fim
É O Ciclo Sem Fim Que nos guiará a dor e a emoção pela fé e o amor até encontrar o nosso caminho neste ciclo, neste ciclo sem fim
(Foto tirada na Casa de Cultura Mário Quintana em Porto Alegre - jul/2009)
- Das Utopias
Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que triste os caminhos, se não fora A mágica presença das estrelas!
- Da Felicidade
Quantas vezes a gente, em busca da ventura, Procede tal e qual o avozinho infeliz: Em vão, por toda parte, os óculos procura, Tendo-os na ponta do nariz.
- Do Amoroso Esquecimento
Eu, agora, - que desfecho! Já nem penso mais em ti... Mas será que nunca deixo De lembrar que te esqueci?
- Da Indiscrição
Passível é de judicial sentença O que na casa alheia se intrometer Só nos falta é uma lei que aos importunos vete A entrada em nossas almas, sem licença...
- Da Morte
Um dia... pronto! ... me acabo. Pois seja o que tem que ser. Morrer que me importa? ... O diabo É deixar de viver!
Sei, sei... é um dia atípico para eu escrever aqui... Mas, na verdade, estou tentando não enlouquecer. Onde foi que eu errei como professora? Em que caminho me perdi? As lágrimas escorrem pelo meu rosto, mas não são só lágrimas de tristeza... é indignação, raiva, desespero. Não consigo entender tanto desrespeito por parte das crianças. Tanto descaso dos pais. Como podem não educar os filhos... prá quê pos no mundo então se é para deixar ao Deus dará. Educação não é obrigação da escola. Tem horas que acho que vou enlouquecer, que não vou conseguir chegar no fim do ano letivo... e falta tão pouco... E cada gota d´agua que acontece na sala das 5as séries, me atinge como uma cascata. Tenho vontade de encher a cara de psicotrópico e dormir até meados de dezembro. As pessoas a minha volta pedem calma, respirar fundo, controle... mas estou perdendo tudo isso, estou perdendo as rédeas e não estou mais conseguindo lidar com certas situações. O pior é escutar deles também que a culpa é minha, que eu que não imponho respeito, que eu é que largo mão. Não digo que estejam errados... sei que a culpa também é minha, eu deveria ser mais rígida na sala de aula. Mas tudo que eu não preciso nesse momento é que fiquem jogando isso na minha cara... Eu sei que tenho parte nessa culpa. Todos sabem que a culpa é sempre do professor... Eu queria uma solução, só isso... eu não tenho mais sanidade para buscar isso e tudo que é sugerido parece não funcionar. Daí eu chego em casa, com toda minha indignação e até com tontura de tanto nervoso que passei e recebo a revista Nova Escola (que o governo assinou para nós) com a matéria da capa escrita em letras garrafais: "INDISCIPLINA - Como se livrar dessa amarra e ensinar melhor." Eu ri... antes de começar a me debulhar em lágrimas. Sinceramente, tenho medo de ler essa reportagem. É muito fácil para as pessoas que estão de fora opinar, sugerir, julgar... Se você tem a solução, vai dar aula no meu lugar então... Acho que já estou ficando louca... Eu só queria poder fazer meu trabalho, entrar na sala de aula e aplicar tudo aquilo no qual eu sempre acreditei, fazer aquilo que eu estudei a vida toda para fazer. Mas infelizmente, é triste constatar, não acredito mais na educação. Todo dia me obrigo a levantar e ir para a escola, faço meu trabalho visando apenas meu salário. É pelo bendito dinheiro que vai me faltar no fim do mês que entro na sala de aula, coloco a matéria na lousa, explico para meia duzia que está interessado e saio, agradecendo por ter sobrevivido a mais uma aula e rezando para que o martírio acabe logo. Não foi prá isso que estudei. Não foi esperando isso que eu enfrentei 8 anos entre magistério e faculdade e mais 6 anos e meio de inglês. É muita coisa para tanto desleixo e descaso da parte dos alunos e dos pais. Minha geração era chamada de geração do futuro, a geração que faria do mundo um lugar melhor para se viver... E olha o que estão fazendo com as crianças... Sei que muitos não vão compreender esse post e estou apenas registrando mais um motivo de julgamento por parte de alguns. Mas a única coisa que eu preciso agora é desabafar e libertar essas palavras pra ver se abre um pouco de espaço no meu coração para que entre um pouco de calma, tranquilidade e, por que não dizer também, fé. Obrigada a quem me ouviu/leu sem julgamentos. Àqueles que julgaram, tudo bem também, não são os primeiros nem serão os últimos...
Quantas vezes fingimos... não por vontade, mas por querer acreditar em algo: num sentimento, num pensamento, numa teoria... Fingimos para não dar o braço a torcer, para não renegar um passado ou simplesmente por não acreditarmos que o passado deve ficar lá atrás... E quanta vida é desperdiçada, e quanto sentimento se esvai, e quantos corações se partem. É então que chega a hora de caminhar para frente que é onde se encontram as "ilhas desconhecidas".
Make Believe Angra
Sat beside the meadow Watching weeds agrow Cleaned up all the ashes Of my soul
Wrote down my own sentence Now you take your way Fades the last remembrance Of your lovely pretty face
I, after all, Just a lonely man - a lonely heart!
Working on the future Floating on fate Faced the circunstances Cleared up the shades, so
Make believe There's no sorrow in your eyes Can't you see We could never get back from the start Minutes waiting, life's been wasted ... maybe I wanna die some other day,...another day
Hear the whispers of your hope The answer wasn't told No, don't laugh seeing me cry The end I've left behind (... the whispers of your hope are left behind!)
Make believe There's no sorrow in your eyes Can't you see We could never get back from the start Minutes waiting, life's been wasted
And I've tried, Maybe you deny Words of peace For the future of our lives Bring to me Something else than a broken heart I won't wait 'till my life is wasted ... maybe I wanna die some other day ...another day (3x)
TRADUÇÃO: FINJA
Sentado próximo à campina Observando ervas crescenrem Limpou todas as cinzas Da minha alma
Escrevi minha própria frase Agora pegue seu caminho Desaparece a última lembrança De seu rosto conito e amável
Eu, depois de tudo, Apenas um homem solitário Um coração solitário!
Trabalhando no futuro Flutuando no destino Encarei as cincunstâncias Clareei as sombras, então
Imaginação Não há mágoa em seus olhos Não pode ver Que nunca poderemos voltar ao início Minutos esperando, a vida foi desperdiçada ... Talvez eu queira morrer num outro dia
Ouço os sussurros de sua esperança A resposta não foi dita Não, não ria ao me ver chorar (... Os sussurros de sua esperança São deixados para trás!)
Imaginação Não há mágoa em seus olhos Não pode ver Que nunca poderemos voltar ao início Minutos esperando, a vida foi desperdiçada
E eu tentei, Talvez você negue Palavras de paz Para o futuro de nossas vidas Traga a mim Algo mais que um coração partido Eu não esperarei Até que minha vida esteja desperdiçada ... Talvez eu queira morrer num outro dia
Amor... Vem, pega, enraiza e se torna parte do nosso coração. Tudo passa a ser lindo na pessoa que amamos e nos apegamos as coisas mais simples... Um olhar na nossa direção, um sorriso de satisfação, um suspiro de alívio por saber da reciprocidade do sentimento... Tudo combina, tudo faz parte do dia-a-dia. E não há nada de estranho em gostar de um simples , mas tão importante, All Star Azul...
All Star Azul Nando Reis
Estranho seria se eu não me apaixonasse por você O sal viria doce para os novos lábios Colombo procurou as índias mas a terra avistou em você O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário
Estranho é gostar tanto do seu all star azul Estranho é pensar que o bairro das laranjeiras Satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador Aperto o 12 que é o seu andar não vejo a hora de te reencontrar E continuar aquela conversa Que não terminamos ontem ficou pra hoje
Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu Seu all star azul combina com o meu preto de cano alto Se o homem já pisou na lua, como eu ainda não tenho seu endereço O tom que eu canto as minhas músicas para a tua voz parece exato
Estranho é gostar tanto do seu all star azul Estranho é pensar que o bairro das laranjeiras Satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador Aperto o 12 que é o seu andar não vejo a hora de te reencontrar E continuar aquela conversa Que não terminamos ontem ficou pra laranjeiras Satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador Aperto o 12 que é o seu andar não vejo a hora de te reencontrar E continuar aquela conversa Que não terminamos ontem, ficou pra hoje
Meu dia da semana preferido. O dia em que todo stresse está chegando ao fim para dar lugar ao merecido descanso do fim de semana.
O dia em que, mesmo que eu trabalhe no sábado, tenho a sensação de dever cumprido, de ter fechado mais uma semana, de ter alcançado mais uma etapa, de ter sobrevivido a tantas frustrações, de ter brincado e lançado o meu sorriso o quanto pude para alcançar a tão sonhada sexta-feira com um suspirode alívio.
Sexta-feira: o dia que se dá uma pausa na dieta, nas preocupações, nas notas por fechar, nas provas por corrigir.
Sexta-feira que mesmo sendo chuvosa, fria, triste, desanimadora não deixa de ser sexta-feira, pois traz esse "UFA, ACABOU!".
Problemas? Agora só daqui há 2 dias... Hoje não vou pensar neles, porque hoje é sexta-feira.
É o dia perfeito para sair com os amigos, ficar com o namorado visitar a família ou se trancar no quarto com uma bacia de pipoca cutucando os canais até achar algo interessante para anestesiar a mente... ou se não achar nada, aproveitar para dormir mais cedo ou ficar no escuro pensando na vida enquanto o sono não chega.
Na sexta-feira tudo pode acontecer, a gente só precisa experimentar...
UM BRINDE À SEXTA-FEIRA!!!!
Frase do dia: "Até a pior das sextas-feiras ainda é melhor do que a melhor das segundas-feiras."